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Desvio de emendas

STF marca julgamento de deputados por desvios em emendas da saúde

Julgamento envolve suspeita de pedido de R$ 1,6 mi para liberar emendas de R$ 6,6 mi destinadas à saúde municipal.

Congresso em Foco

9/12/2025 | Atualizado às 10:43

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A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve iniciar, entre os dias 10 e 11 de março, o julgamento da ação penal que envolve parlamentares do PL acusados de participação em um esquema voltado ao desvio de recursos de emendas destinadas à saúde. A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sustenta que os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE) solicitaram pagamento de propina para assegurar a liberação das verbas.

O órgão pede que réus sejam condenados por corupção passiva e organização criminosa. De acordo com o Ministério Público, as apurações indicam que o grupo teria buscado R$1,6 milhão em vantagens ilícitas relacionadas à liberação de cerca de R$6,6 milhões em emendas voltadas ao município de São José de Ribamar (MA).

Julgamento será conduzido pela 1ª Turma do STF, sob relatoria do ministro Cristiano Zanin.

Julgamento será conduzido pela 1ª Turma do STF, sob relatoria do ministro Cristiano Zanin. Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O caso está sob relatoria do Ministro Cristiano Zanin. Além dele, participarão do julgamento os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino, presidente da 1ª Turma.

As investigações

O procedimento investigativo foi instaurado em 2020, após denúncia do então prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio, sobre a cobrança irregular de parte dos recursos destinados pelo Legislativo.

A PGR aponta que a prática envolvia um percentual de 25% de devolução ao grupo criminoso, composto pelos parlamentares e por intermediários, entre eles lobistas e um agiota. A contrapartida ilícita seria exigida dos gestores municipais para que o dinheiro federal fosse efetivamente liberado.

Três emendas estão sob escrutínio. Elas somam aproximadamente R$ 6,67 milhões, dos quais R$ 1,6 milhão teria sido solicitado ao gestor do município como parte da operação criminosa.

Ação Penal: 2.670

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Judiciário Josimar Maranhãozinho Pastor Gil emendas parlamentares supremo tribunal federal

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