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Congresso em Foco
3/2/2026 9:04
A Justiça Eleitoral abriu nesta segunda-feira (2) o Ano Judiciário, em sessão extraordinária no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reuniu autoridades do Judiciário, ex-ministros da Corte, advogados e servidores do TSE. A sessão contou com a presença do procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, e do presidente da OAB, Beto Simonetti.
Durante o evento, Simonetti afirmou que o início dos trabalhos do tribunal representa, por si só, uma celebração da democracia brasileira. Segundo ele, o país construiu um modelo de votação eletrônica seguro e transparente, no qual a Justiça Eleitoral exerce papel central.
"O Brasil construiu um modelo de votação eletrônica seguro e transparente. Nele, a Justiça Eleitoral cumpre um papel insubstituível. Ela é guardiã da confiança do povo nas urnas. É nosso dever garantir as condições para o desempenho pleno de suas funções."
O presidente da OAB confirmou que a entidade atuará em parceria com o TSE para garantir a segurança, a transparência e a legitimidade das eleições. Simonetti também defendeu o enfrentamento direto da desinformação, da violência política de gênero e da desconfiança lançada sobre o próprio pleito.
"A democracia não é obra acabada. Ela se afirma todos os dias na atuação convergente e na disposição coletiva para corrigir rumos, aprimorar normas e fortalecer garantias."
Procuradoria Geral da República
O procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, elogiou a atuação da ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE, à frente da Justiça Eleitoral e apontou desafios para as eleições de 2026, devido ao uso de novas tecnologias em práticas ilíticas.
"Desafios de sempre se somam ao avanço tecnológico utilizado em atividades criminosas, que se pode temer também no campo das campanhas eleitorais."
Gonet reforçou a parceria entre o Ministério Público Eleitoral e o TSE para que as eleições corram em clima de paz. "A Justiça Eleitoral poderá, como sempre, contar com a parceria da Procuradoria-Geral Eleitoral e do Ministério Público brasileiro", declarou.
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