Entrar
Cadastro
Entrar
Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
TRABALHO POR APP
Congresso em Foco
9/2/2026 | Atualizado às 15:57
O relator do projeto de lei complementar 152/2025, que regulamenta o trabalho por aplicativo, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), afirmou que o texto deve ser votado logo após o recesso de Carnaval. A expectativa é que a tramitação avance em março.
Segundo o parlamentar, ele e o presidente da comissão especial, deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), devem se reunir ainda esta semana com consultores da Câmara para ajustar pontos de discordância apresentados pelos setores envolvidos.
Coutinho disse que a intenção é construir um texto de consenso. "A gente tem de debater esse assunto na comissão porque não é interesse nosso passar trator em cima de ninguém, nem das empresas. Queremos construir um texto razoável", afirmou em entrevista à Rádio Câmara.
O relator também declarou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), se comprometeu a levar a proposta ao Plenário após a aprovação na comissão.
Coutinho criticou a possibilidade de o STF avançar na discussão sobre a regulamentação do trabalho por aplicativos. Segundo ele, a definição de regras deve partir do Congresso Nacional.
"O presidente Hugo Motta disse hoje que é uma missão que ele já assumiu, que ele vai botar para votar."
O relator afirmou estar aberto a contribuições do governo e da iniciativa privada até a votação da proposta. Segundo ele, pontos sem consenso poderão ser decididos em votação. "Precisamos dar segurança ao trabalhador, às plataformas e ao consumidor, sem inviabilizar ou encarecer o serviço", disse.
Debate com o setor
Na semana passada, parlamentares se reuniram com a coalizão formada por plataformas que intermediam serviços de transporte de passageiros e de bens, que apresentaram sugestões de mudanças no projeto.
No encontro, o grupo entregou um manifesto em que destaca como o texto atual ameaça a sustentabilidade do serviço de mobilidade e entregas por apps, o que pode impactar diretamente milhões de trabalhadores, consumidores e negócios em todo o país.
Temas
LEIA MAIS
RELAÇÕES EXTERIORES
Câmara dos Deputados
Após morte de professora, Pollon defende porte de arma a docentes
CÂMARA DOS DEPUTADOS