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JUSTIÇA

STF decide sobre prorrogação da CPMI do INSS nesta quinta

Plenário do Supremo vai analisar nesta quinta a liminar de André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da comissão.

Congresso em Foco

26/3/2026 | Atualizado às 7:25

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O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quinta-feira (26) se mantém a liminar do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. O caso será analisado em sessão presencial do Plenário, em um julgamento que pode definir o futuro da comissão, prevista para encerrar suas atividades no próximo sábado (28).

Sessão será conduzida pelo presidente do STF, Edson Fachin.

Sessão será conduzida pelo presidente do STF, Edson Fachin.Antonio Augusto/STF

A decisão individual de Mendonça foi tomada na última segunda-feira (23), no âmbito de uma ação apresentada pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da comissão; pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator; e pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), integrante do colegiado.

Os parlamentares apontam omissão da Mesa Diretora do Congresso e do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), por não terem promovido a leitura do requerimento de prorrogação da CPMI, etapa considerada necessária para estender o funcionamento do colegiado.

Na liminar, André Mendonça deu prazo de 48 horas para que o Congresso realize a leitura do pedido. O ministro também estabeleceu que, se a determinação não for cumprida nesse prazo, a leitura será considerada automaticamente realizada, permitindo à própria comissão deliberar sobre a continuidade dos trabalhos. Para o magistrado, uma vez preenchidos os requisitos constitucionais e regimentais, a Presidência do Congresso não teria margem política para impedir o regular processamento do requerimento.

Ao justificar sua decisão, Mendonça afirmou que o caso revela uma situação excepcional em que deve prevalecer o direito da minoria parlamentar. Segundo ele, esse direito inclui não apenas a criação da CPMI, mas também sua prorrogação, desde que atendidas as exigências formais previstas na Constituição e no regimento do Congresso. Os autores da ação sustentam que a falta de leitura do requerimento inviabiliza, de forma indireta, a continuidade das apurações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS.

Inicialmente, a análise da liminar havia sido encaminhada ao Plenário virtual. Depois, o próprio relator deslocou o caso para julgamento presencial, o que acelerou a definição sobre a continuidade da comissão. Com isso, os ministros vão decidir se referendam ou não a ordem de Mendonça, em uma sessão que passou a ser decisiva para saber se a CPMI seguirá funcionando ou se prevalecerá o calendário original de encerramento.

Se a prorrogação for confirmada, os parlamentares poderão continuar com depoimentos, pedidos de informação e análise de documentos, além de concluir a votação do relatório final. O novo prazo de funcionamento, nesse caso, será definido pelos próprios integrantes da CPMI. Se o plenário derrubar a liminar, a comissão volta a ficar sujeita ao encerramento previsto para sábado.

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