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Anderson Torres tenta restabelecer acesso ao Telegram

Ministro da Justiça anunciou já ter dado a ordem aos funcionários para que estudem meios de reestabelecer o Telegram.

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Lucas Neiva

18/3/2022 | Atualizado 2/5/2023 às 15:58

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Plano do governo de restringir o uso do celular no ambiente escolar é tema de projeto com acordo para votação na Comissão de Educação. Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Plano do governo de restringir o uso do celular no ambiente escolar é tema de projeto com acordo para votação na Comissão de Educação. Marcello Casal Jr/Agência Brasil
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender o acesso ao Telegram no Brasil não foi bem vista pelo ministro da Justiça, Anderson Torres. Em seu perfil no Twitter, criticou a medida, e anunciou já ter determinado a diversos setores do Ministério da Justiça que "estudem imediatamente uma solução para restabelecer ao povo o direito de usar a rede social que bem entenderem". A proibição do Telegram, porém, não foi vista com surpresa pelo relator do Projeto de Lei das Fake News, Orlando Silva (PCdoB-SP). Em entrevista ao Metrópoles, afirmou considerar a medida dura, porém esperada diante as diversas recusas da plataforma em atender demandas da justiça brasileira ao tratar de controle da desinformação na internet. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, clique AQUI e faça uma degustação gratuita de 30 dias. Até o momento, a atuação do Telegram no Brasil segue proibida, mas a plataforma segue funcionando. Como a empresa não possui representante judicial, a responsabilidade de bloquear seu acesso recai sobre os provedores de internet, que ainda precisam estabelecer os meios práticos para conseguir dar eficácia à decisão do STF.
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