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Na lista do petrolão, Anastasia se diz caluniado, mas tranquilo

Congresso em Foco

10/3/2015 | Atualizado às 16:53

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[caption id="attachment_189152" align="alignleft" width="360" caption="Senador é o único membro de fato oposicionista a ser incluído na lista de investigados"][fotografo]Moreira Mariz/Agência Senado[/fotografo][/caption]O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) usou a tribuna do Plenário, nesta terça-feira (10), para dizer que está sendo caluniado de forma "vil e abjeta". O nome do senador faz parte da lista de políticos que serão investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta participação em irregularidades na Petrobras. Anastasia disse que não imaginava fazer o primeiro pronunciamento de seu mandato como senador para se defender de uma "sórdida mentira". Ele classificou seu discurso, ao qual deu o título de "A grande indignação", como o de maior importância de sua carreira política. - Defendo agora o que de mais precioso tenho em 30 anos de vida pública: minha honra e minha história - disse, agradecendo a solidariedade que já tem recebido de eleitores e colegas senadores. Anastasia se definiu como um "servidor público por vocação" e "homem de costumes simples". Ele disse que jamais teve questionada sua ética e que não formou patrimônio além do que é compatível com sua renda. O senador lembrou que poderia ter seguido a carreira jurídica, mas a vocação pelo serviço público sempre falou mais alto em sua vida. Ele ainda lamentou o fato de estar sendo atingido por "uma infâmia de grandes proporções, de forma cruel e covarde". - Vale mesmo a pena a vida pública? Apesar da injustiça que estou sofrendo, posso afirmar: a vida pública vale a pena e os desafios têm de ser enfrentados - afirmou. Anastasia disse que seu acusador "mente ou se engana", ao relatar fatos falaciosos e contraditórios. Conforme o Ministério Público, um ex-policial federal afirmou que, a mando do doleiro Alberto Youssef, entregou R$ 1 milhão ao tucano em 2010, quando Anastasia disputava a reeleição ao governo estadual. Anastasia só viria a ser reconhecido pelo emissário depois, por matérias na imprensa. O senador registrou que, na acusação, "não há identificação da casa, nem de seu proprietário, nem a data do suposto encontro". Ele acrescentou que "são pessoas que não conheço, com quem nunca estive ou falei". - Nada tenho a temer e adotarei, por meio dos meus advogados, todas as medidas necessárias à minha defesa. Espero que a justiça seja feita para restaurar, na plenitude, a minha trajetória e a minha honra. Tenho a mais forte das defesas: a consciência tranquila - disse. Justiça Após o discurso, muitos senadores manifestaram apoio a Anastasia. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou o espírito público, a retidão e a seriedade de Anastasia, a quem colocou entre os maiores homens públicos que o Brasil já teve. Segundo Aécio, até os adversários políticos respeitam a história política do colega. Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Anastasia é um dos homens mais íntegros da vida pública brasileira. - O que aconteceu com vossa excelência é uma das maiores injustiças da história. Tenho certeza absoluta que isso será esclarecido o mais rápido possível. A justiça e a verdade devem prevalecer - disse Tasso. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou que a vida de Anastasia transformou honestidade "em substantivo". Ele cobrou uma investigação rápida, para que surjam a verdade e a justiça e criticou o esquema de corrupção que atinge a Petrobras. Já o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) destacou "a indignação de homem de bem" do colega e afirmou que a "acusação não fica de pé". O senador José Serra (PSDB-SP) disse estar tranquilo em relação ao caso e reafirmou a confiança no colega. Ele aproveitou para criticar o governo, ao afirmar que hoje "a corrupção é um método de governo". Os senadores Luiz Henrique (PMDB-SC), José Agripino (DEM-RN), Alvaro Dias (PSDB-PR), Ana Amélia (PP-RS), Lúcia Vânia (PSDB-GO), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Roberto Rocha (PSB-MA) e Ataídes Oliveira (PSDB - TO) também manifestaram apoio ao colega. Mais sobre a Operação Lava Jato
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