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8/12/2019 | Atualizado 10/10/2021 às 16:30

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Projeto que garante auxílio de um salário mínimo para filhos de vítimas de feminicídios está a um passo de virar lei. Foto: Rovena Rosa/ABr

Projeto que garante auxílio de um salário mínimo para filhos de vítimas de feminicídios está a um passo de virar lei. Foto: Rovena Rosa/ABr
O sorriso no rosto do agressor confirma que essa guerra não é contra o “bandido” e sim contra o povo pobre e preto da favela. O criminoso de farda entrou na comunidade naquele dia para matar, desejava eliminar qualquer possibilidade de cultura, dignidade e direito de ir e vir (veja o vídeo mais abaixo). As denúncias de tortura e prisões arbitrarias só aumentam, assim os policiais e cidadãos se veem cada vez mais como inimigos incapazes de uma reconciliação e sob esse clima convivem com a insegurança e a falta de confiança. Vídeo que mostra violência policial contra jovens em Paraisópolis, em São Paulo, causou indignação em todo o país: A violência política que enfrentamos, liderada por Bolsonaro, dá margem ao nascimento do "esquadrão da morte", morre a população pobre assim como morrem os policiais. A repressão violenta tornou-se natural, e a "caça as bruxas" escolheu a periferia, violentando quem ouse passar pela frente, homens, mulheres, crianças e pessoas com deficiência. Nós financiamos a morte de nove jovens paulistanos que foram assassinados pelo Estado. E o Estado não veio para melhorar a vida da comunidade, nem para promover cultura e tampouco construir escolas, ele chegou com ódio no peito e não tem nenhuma empatia por seus semelhantes. Atuações como essas promovem uma barbárie incalculável, além da dor das famílias que perdem os seus filhos, mães, pais, tios e avós faz com que a gente não confie em uma polícia nada cidadã que não tem o compromisso de promover a paz e a segurança da sociedade. Que a segurança pública no Brasil é um problema, todos nós sabemos, o fato é que repressões banalizadas nos tornam uma sociedade enclausurada e isso é uma realidade assustadora. O massacre foi capaz de impactar a decisão dos congressistas, que disseram não para o pacote de Moro, que tinha o papel de fortalecer a impunidade e dar licença para matar. Massacres como esses maculam uma instituição também cheia de homens e mulheres apaixonadas e dedicadas ao seu trabalho que entram na corporação na esperança de ter um país melhor. Por isso, naturalizar essa violência em uma instituição como a polícia coloca em xeque não só a nossa confiança, como destrói o sonho daqueles que de coração querem melhorar o lugar que vivemos! > Para MPF, projeto de GLO de Bolsonaro é inconstitucional e vai além de atos de ditaduras
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São Paulo polícia desigualdade social jovens Jair Bolsonaro policiais Estado Paraisópolis violência policial

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