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Supremo
Congresso em Foco
30/1/2026 | Atualizado às 8:19
O pastor Silas Malafaia solicitou nesta quinta-feira (29) ao STF que não aceite a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que o acusa de calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva.
A procuradoria levou o caso ao Supremo no ano passado, após declarações feitas por Malafaia durante um ato em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, realizado em São Paulo.
Na ocasião, o pastor direcionou críticas à cúpula militar e afirmou que generais eram "frouxos, covardes e omissos". Ele também declarou que os militares "não honram a farda que vestem".
A defesa sustentou que as falas foram feitas em tom genérico e que Malafaia empregou "palavras fortes" para criticar os generais de maneira ampla, sem mencionar diretamente Tomás Paiva.
"Reitere-se que não houve ofensas, mas sim críticas. E as críticas apresentadas pelo denunciado foram genéricas, não se voltando contra pessoas específicas ou identificando quem quer que seja, e, obviamente, não tendo o intuito de desonrar a suposta vítima."
Os advogados argumentaram ainda que o pastor não deveria ser julgado pelo STF por não possuir foro privilegiado. A defesa também informou que ele teria se retratado das declarações feitas durante a manifestação.
Com a apresentação da manifestação, caberá o ministro Alexandre de Moraes,relator do caso, avaliar o pedido e eventualmente indicar uma data para análise da denúncia no Supremo.
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