Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Messias afirma ser contra o pagamento de penduricalhos acima do teto

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

STF

Messias afirma ser contra o pagamento de penduricalhos acima do teto

Indicado ao STF defende respeito ao teto constitucional e evita antecipar voto sobre penduricalhos no STF.

Congresso em Foco

29/4/2026 | Atualizado às 12:49

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

Durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (29), o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o pagamento de valores acima do teto constitucional, os chamados "penduricalhos", deve respeitar os princípios da transparência e da moralidade no serviço público.

Ao responder a questionamentos de senadores, Messias destacou que o limite remuneratório previsto na Constituição é um pilar da administração pública.

"Nenhum servidor público e todo ocupante de função pública deve estar submetido ao teto constitucional e hoje nós temos um único teto constitucional."

O indicado ao STF evitou antecipar como votaria em casos concretos sobre o tema, mas sinalizou entendimento alinhado à restrição de pagamentos extrateto. Segundo ele, sua posição se baseia em três princípios: transparência, moralidade e respeito ao teto.

O que são os penduricalhos

Os chamados "penduricalhos" são verbas adicionais pagas a servidores, especialmente no Judiciário e no Ministério Público, que elevam a remuneração acima do teto constitucional, hoje vinculado ao salário dos ministros do STF.

Esses valores incluem auxílios, gratificações e indenizações, como auxílio-moradia, pagamentos retroativos e compensações por acúmulo de função. Por serem, em muitos casos, classificados como indenizatórios, acabam ficando fora do limite do teto.

Em março, a Corte formou maioria para limitar essas verbas a 35% do teto constitucional, o equivalente a cerca de R$ 16,2 mil. A decisão também estabeleceu regras de transição e incluiu limites para adicionais por tempo de serviço.

Em reação, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) acionou o STF pedindo a suspensão temporária das novas regras. A entidade argumenta que tribunais enfrentam dificuldades para aplicar a decisão e que a mudança pode provocar redução imediata de rendimentos, especialmente de magistrados aposentados.

A AMB também solicitou prazo adicional de ao menos 30 dias para adaptação, alegando insegurança jurídica e risco de prejuízos decorrentes da implementação imediata das medidas.

Leia Mais

AMB pede ao STF suspensão temporária de regra sobre "penduricalhos"

Contexto da sabatina

A sabatina de Jorge Messias ocorre no processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal. Concluída a sabatina na CCJ, o parecer ainda será submetido ao plenário do Senado, responsável pela decisão final sobre a indicação.

Leia Mais

Ao vivo: CCJ sabatina Jorge Messias, indicado por Lula ao STF

Em sabatina, Jorge Messias diz ser "totalmente contra o aborto"

Jorge Messias nega ter pedido prisão preventiva de envolvidos no 8/1

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

penduricalhos Sabatina CCJ Jorge Messias Associação dos Magistrados Brasileiros STF Senado

Temas

Congresso

LEIA MAIS

STF

Jorge Messias nega ter pedido prisão preventiva de envolvidos no 8/1

Câmara dos Deputados

Câmara aprova em 2º turno PEC que garante piso à assistência social

STF

Em sabatina, Jorge Messias diz ser "totalmente contra o aborto"

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES