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PMDB quer definir prazo para Dilma fazer indicações

Congresso em Foco

27/3/2015 | Atualizado 28/3/2015 às 9:55

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O PMDB dá continuidade às ofensivas contra a presidenta Dilma Rousseff com a apresentação de propostas de emenda à Constituição (PECs) fixando prazos para que o chefe do Executivo indique nomes para Judiciário, Ministério Público e agências reguladoras. Segundo as proposições, o ocupante do Planalto perderia a prerrogativa para o próprio Congresso caso não apresente suas escolhas em até 90 dias, dando a deputados e senadores o poder de preencher vagas estratégicas na administração pública. As informações são do jornal Folha de S.Paulo desta sexta-feira (27). Segundo a reportagem, o pano de fundo para a nova "estocada" em Dilma, sob comando do PMDB, é o fato de que ela ainda não indicou o substituto do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que se aposentou em 31 de julho. Desde então, a corte espera a recomposição do 11o membro. Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) assegurou "rito normal" às PECs. "Não vejo inconstitucionalidade. Isso, PEC da Bengala, mudança nos mandatos dos ministros de tribunais, são todas medidas passíveis de debate", disse o deputado fluminense à Folha. Não é exatamente o que pensa o correligionário e vice-presidente da República, Michel Temer. Informado sobre a intenção da legenda, Temer ponderou que, ao reivindicar uma prerrogativa exclusiva do (a) presidente da República, o Legislativo poderia vir a atentar contra a harmonia e a independência entre os Poderes. O argumento é justamente o inverso dos parlamentares que mobilizam para mudar a Constituição. Para eles, é Dilma quem fere o Judiciário e tal relação entre os Poderes ao se negar a indicar nomes para as vagas, interferindo ainda no funcionamento das agências reguladoras. De acordo com uma das propostas, Dilma poderia responder por crime de responsabilidade ao se negar a fazer suas indicações. Confira a íntegra da reportagem Mais sobre crise na base
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