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Informativo nº 202 ano 23
23/10/2026 7:40
"Atender ao futuro é a primeira regra da boa política."
O Brasil que vem aí
Faltam dois dias para o Brasil decidir quem ocupará a Presidência da República pelos próximos quatro anos. Lula e Flávio Bolsonaro chegam à reta final praticamente empatados nas pesquisas, depois de uma campanha marcada por acusações, disputas judiciais e batalhas nas redes sociais. Mas, para além dos ataques, o que cada um pretende fazer se vencer? O informativo desta sexta-feira do nosso Congresso em Foco coloca os programas de governo lado a lado e mostra as diferenças entre os dois projetos. Segurança, economia, trabalho, saúde e educação estão em jogo. No domingo, o eleitor não escolherá apenas um presidente. Escolherá também os rumos do país. E essa decisão vale muito mais do que qualquer promessa de campanha. As campanhas tiveram meses para falar. No domingo, será a vez de quem passou esse tempo todo ouvindo.
O Brasil de cada um
A dois dias do segundo turno, o Congresso em Foco comparou os planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro. Segurança, economia, trabalho e administração pública estão entre os temas que revelam diferenças entre os candidatos. O levantamento detalha as propostas apresentadas ao TSE e o que cada um pretende fazer nos próximos quatro anos. Para quem ainda está indeciso, vale comparar antes de escolher. (Clique aqui)
O plano de Lula
Se reeleito, Lula promete criar um Ministério da Segurança Pública, regulamentar o trabalho por aplicativos e ampliar serviços de saúde e educação. Seu programa também prevê mudanças no financiamento da Previdência. (Clique aqui)
O plano de Flávio
Flávio defende reduzir a maioridade penal, ampliar o sistema prisional e promover uma reforma administrativa. Também propõe mudanças no STF e revisão da reforma tributária. (Clique aqui)
Em tempo real
Congresso em Foco tem uma plataforma especial para acompanhar a apuração do segundo turno neste domingo. Com dados atualizados pelo TSE, a ferramenta mostra votos, percentuais e a evolução da disputa pela presidência e pelos governos estaduais. Tudo para acompanhar cada voto, sem precisar fazer conta. Nós garantimos, é a melhor opção para acompanhar a disputa! (Clique aqui)
Direto da Redação
Esta redação passou as últimas semanas acompanhando pesquisas, debates, promessas, acusações, decisões judiciais e uma quantidade de números suficiente para fazer qualquer calculadora pedir férias. Agora, a eleição chega à reta final. Há quem ainda procure argumentos para decidir, quem já tenha escolhido e quem só queira que o domingo chegue logo. Nossa tarefa continua a mesma: informar, conferir e oferecer ao leitor elementos para fazer sua escolha. Quando o próximo informativo chegar, o Brasil já terá escolhido seu presidente para os próximos quatro anos. Até lá, ainda teremos um debate, dois dias de campanha e milhões de votos pela frente. E, depois da apuração, uma certeza: a política não vai tirar férias só porque a eleição acabou.
Até o último voto
Congresso em Foco acompanhará o último debate, a votação e a apuração do segundo turno. Para receber as principais notícias diretamente no celular, siga nosso canal no WhatsApp. (Clique aqui)
Sem checagem na tela
Nesta sexta, Lula e Flávio se encontram novamente em debate da Globo. A emissora divulgou as regras: sem checagem de fatos durante a transmissão e sem passear enquanto o outro fala. (Clique aqui)
Empatou
Datafolha registrou empate entre Lula e Flávio Bolsonaro, com 50% dos votos válidos para cada um. André Janones comemorou o resultado ao vivo ao lado de Lula. (Clique aqui)
No fio da navalha
Pesquisa Indexa/Broadcast mostra Flávio com 50,6% dos votos válidos e Lula com 49,4%. A diferença de 1,2 ponto percentual mantém os candidatos tecnicamente empatados. (Clique aqui)
Voto em aberto
Cerca de 11,5 milhões de eleitores ainda admitem mudar de candidato até domingo, diz a pesquisa Indexa/Broadcast. (Clique aqui)
Liderança sólida
No Distrito Federal, o Datafolha aponta Celina Leão à frente na disputa com vantagem de 17 pontos percentuais. (Clique aqui)
Quem fica com a riqueza?
Demarcação de terras indígenas, combate ao garimpo e exploração de minerais críticos também estão na disputa presidencial. Em artigo, a deputada reeleita Sônia Guajajara defende a continuidade das políticas de Lula e manifesta preocupação com as propostas de Flávio para o meio ambiente. (Clique aqui)
Batalha das redes
A campanha de Lula pediu ao TSE a cassação da chapa de Flávio por suposto abuso de poder econômico e uso indevido das redes sociais. (Clique aqui)
Algoritmo sob suspeita
Entre os indícios apresentados pela campanha petista estão vídeos de Flávio com alcance milionário e restrições a publicações de Lula. A Meta admite falhas técnicas, mas nega ter favorecido o candidato do PL. (Clique aqui)
Meta na mira
Ministério Público Eleitoral apontou novos indícios de tratamento desigual da Meta aos candidatos e pediu multa à empresa por descumprimento de decisões do TSE. (Clique aqui)
Mais de mil reclamações
Ministério Público Federal acionou a Justiça contra a Meta após receber mais de mil relatos de bloqueios e restrições considerados arbitrários nas redes sociais. (Clique aqui)
Cobrança
Em nova cobrança, o MPF recomendou que a empresa suspenda bloqueios considerados arbitrários e amplie a transparência sobre suas medidas de moderação durante o segundo turno. (Clique aqui)
Pente-fino no Exército
Nunes Marques determinou que a Meta apresente, em 24 horas, relatório técnico sobre o canal "Exército do Lula". O ministro também pediu a Google e X informações sobre possível amplificação coordenada de conteúdos e hashtags da campanha e movimentações atípicas entre 18 e 20 de outubro. (Clique aqui)
Engajamento sob lupa
Ricardo Villas Bôas Cueva deu 12 horas para a Meta detalhar métricas de alcance e distribuição de perfis investigados em ação envolvendo Nikolas Ferreira e Pablo Marçal. (Clique aqui)
GovBR na disputa
A campanha de Flávio acionou o TSE para apurar suposto uso eleitoral do GovBR pela campanha de Lula com disparo massivo de mensagens. (Clique aqui)
Vocês que se virem
Após uma semana de desafios sobre a abertura de sigilos, André Mendonça decidiu que Lula e Flávio podem divulgar os próprios dados sem depender do TSE. (Clique aqui)
Acordo na mesa
Antes da decisão, Lula e Flávio haviam assinado documentos autorizando a abertura de sigilos. A negociação teve divergências sobre as condições e a inclusão de informações. (Clique aqui)
Não estava no acordo?
A campanha de Lula afirma que Flávio resistiu à inclusão de informações sobre uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz no acordo de abertura dos sigilos. Segundo Camilo Santana, a equipe petista só aceitou o compromisso depois que a exigência foi incorporada ao documento. (Clique aqui)
De volta à caça?
Escolhido para analisar os documentos pela equipe de Flávio, Deltan Dallagnol voltou a fazer acusações contra Lula. "Sou especialista em encontrar o patrimônio ocultado por Lula", afirmou o ex-procurador da Lava Jato. (Clique aqui)
Resistiu?
Deltan também afirmou que a campanha petista resistiu a incluir nas procurações a autorização para acesso às informações do Instituto Lula. (Clique aqui)
Sigilo por lei
Randolfe Rodrigues apresentou projeto que exige de candidatos e seus cônjuges ou companheiros autorização para compartilhar dados bancários e registros telefônicos com a Justiça Eleitoral. (Clique aqui)
Sem visto, sem saída?
Foragido da Justiça brasileira e cotado para ministro de eventual governo Flávio, Alexandre Ramagem foi classificado como imigrante ilegal pelo governo dos Estados Unidos. (Clique aqui)
Velha lembrança
Nas orientações ao "Exército do Lula", Janones recuperou episódio da trajetória de Jair Bolsonaro. Em 1999, o então deputado se opôs à cassação de Talvane Albuquerque, que havia encomendado o assassinato de uma colega de partido para assumir sua cadeira na Câmara. (Clique aqui)
Sobras em disputa
PDT acionou o STF para questionar as regras de distribuição das sobras eleitorais. O partido contesta o método das maiores médias, alegando que favorece legendas que já conquistaram cadeiras nas respectivas casas legislativas. (Clique aqui)
Compensação para pequenos
Em entrevista ao Congresso em Foco, Jorge Goetten, relator da atualização do Simples, defendeu isenção previdenciária por três anos para pequenas empresas que ampliarem contratações em razão do fim da escala 6x1. O deputado também propõe elevar o teto do Simples para R$ 8 milhões. (Clique aqui)
Aposta no arrependimento
Na mesma entrevista, Goetten reconheceu ter errado ao votar pela regulamentação das bets, em 2023. Para ele, a medida foi um erro "nefasto", que endividou famílias e prejudicou micro e pequenos empresários. Nem toda aposta compensa. (Clique aqui)
Clique aqui para conhecer os apoiadores do Congresso em Foco.
"O poder do voto e o protagonismo dos cidadãos brasileiros", por Karim Miskulin. (Clique aqui)
"O que a ISO 9001 pode ensinar às prefeituras", por João Barreto. (Clique aqui)
"Proibir é mais fácil que fiscalizar?", por Bruno Barreto e Tatiana Flores. (Clique aqui)
"Telemedicina como resposta aos desafios da saúde pública", por Juan Ramos. (Clique aqui)
Informativo nº 201 ano 23
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Informativo nº 198 ano 23
Informativo nº 197 ano 23