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Informativo nº 198 ano 23

CONGRESSO em FOCO nº 198 - Ano 23

19 de outubro de 2026.

19/10/2026 8:10

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"O direito de examinar, debater e censurar os atos dos poderes políticos é comum a todos os cidadãos."

Rui Barbosa

Finalmente, frente a frente

Lula e Flávio Bolsonaro participaram do primeiro debate presidencial do segundo turno. Veja os principais assuntos abordados. (Clique aqui)

Perdeu algum lance?

O debate acabou, mas os melhores momentos continuam no ar. Reunimos os principais cortes do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro no Instagram do Congresso em Foco. Teve ataque, resposta, provocação e muito assunto para a última semana de campanha. (Clique aqui)

E o vencedor foi...

Lula e Flávio frente a frente. Quem se saiu melhor no debate? (Clique aqui)

Notícia sem segundo turno

Para acompanhar a política de perto, não é preciso esperar pelo próximo debate nem pela apuração. O canal do Congresso em Foco no WhatsApp entrega os principais acontecimentos diretamente no seu celular. Sem réplica, tréplica ou intervalo comercial. (Clique aqui)

Cartuchos sem registro

Flávio Bolsonaro foi questionado sobre um antigo projeto que previa dispensar códigos de identificação de lote em cartuchos de munição. O senador não respondeu diretamente à pergunta. Entenda a proposta. (Clique aqui)

Dois pontos

A vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula encolheu pela metade em uma semana, segundo o Datafolha. O senador aparece com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente, mantendo o empate técnico. (Clique aqui)

O passado se repete?

Pesquisa Datafolha repete, 12 anos depois, o mesmo placar de 51% a 49% registrado por Aécio Neves e Dilma Rousseff no segundo turno de 2014. Naquele ano, Dilma reverteu a desvantagem e venceu com 51,64% dos votos válidos. A semelhança dos números chama atenção. O desfecho, por enquanto, é outra história. (Clique aqui)

Bloquinho na Paulista

Flávio Bolsonaro reuniu cerca de 71,9 mil apoiadores na Avenida Paulista, segundo levantamento. Teve música, dança e críticas a Lula e ao STF. (Clique aqui)

Patriotismo importado

Apoiadores de Flávio Bolsonaro levaram ao ato na Avenida Paulista um foguete inflável com a inscrição "Trump Nuke Brazil" (Trump, exploda o Brasil). Bandeiras dos Estados Unidos e de Israel também apareceram, até que a organização pediu que os símbolos estrangeiros fossem recolhidos. Patriotismo, mas com moderação na importação. (Clique aqui)

Lula nas ruas

Apoiadores de Lula ocuparam as ruas de capitais como Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo neste domingo. Convocados por movimentos sociais, organizações estudantis e pelo movimento "Brasil nas Ruas", os atos reuniram também artistas em defesa da reeleição do presidente. (Clique aqui)

Apoio não é showmício

TSE rejeitou pedido do Novo para suspender manifestações pró-Lula no Rio e em outras capitais. O partido alegava que os atos com artistas configurariam showmícios irregulares. Para Ricardo Villas Bôas Cueva, afinidade política, por si só, não transforma manifestação em evento eleitoral. (Clique aqui)

Sem sindicância

Flávio Bolsonaro tentou barrar o apoio de sindicatos e movimentos sociais à campanha de Lula, mas recebeu uma negativa do TSE. O corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva considerou o pedido amplo demais e alertou para o risco de censura prévia. A investigação continua, e um sindicato terá de explicar o funcionamento de um comitê pró-Lula. (Clique aqui)

Falha reconhecida

A Meta afirmou que não favorece candidatos à presidência, mas reconheceu incidentes durante o segundo turno, incluindo a suspensão "por engano" da conta de anúncios de Lula. (Clique aqui)


Adeus, 6x1

Após 38 anos sem redução do limite constitucional de trabalho, o Brasil oficializou o fim da escala 6x1. O Congresso promulgou a emenda que garante duas folgas semanais, sem corte salarial. (Clique aqui)

Descanso é conquista

Durante a promulgação do fim da escala 6x1, Lula afirmou que a mudança atende à pressão popular. "O que nós estamos fazendo hoje foi obedecer à vontade de um povo." (Clique aqui)

Conquista histórica

Hugo Motta classificou o fim da escala 6x1 como a "principal conquista da classe trabalhadora dos últimos anos". (Clique aqui)

Benefícios incalculáveis

Davi Alcolumbre afirmou que os benefícios do fim da 6x1 são impossíveis de mensurar. "Quanto vale mais tempo para descanso? Quanto vale mais tempo com a família?". (Clique aqui)

Aposentadoria mais cedo

Agentes de saúde terão direito à aposentadoria cinco anos antes das idades mínimas gerais. A mudança, promulgada pelo Congresso, também prevê regras de transição. (Clique aqui)

Emendas a bordo

Lula propôs usar emendas parlamentares para financiar a tarifa zero nos ônibus aos fins de semana. A medida, estimada em R$ 16 bilhões anuais, depende de acordo com o Congresso e de uma solução para garantir recursos permanentes. (Clique aqui)

Catraca livre

Ônibus de graça pode aquecer o comércio, estimular o consumo e aliviar o bolso das famílias. Já adotada em 186 municípios, a tarifa zero ganha novo impulso com a proposta de Lula para os fins de semana. Mas o financiamento, inclusive por emendas parlamentares, ainda é o grande desafio. (Clique aqui)

Crime e castigo

Antes da consolidação da maioridade penal aos 18 anos, a legislação brasileira admitia a responsabilização criminal de crianças. Agora, Lula defende reduzi-la para 16 anos em crimes hediondos, enquanto Flávio Bolsonaro apoia proposta que chega aos 14 em determinados delitos. Uma viagem pela história mostra como a legislação mudou e o que está em jogo na nova disputa. (Clique aqui)

Top 8

Brasil deve voltar a figurar entre as oito maiores economias do mundo em 2027, segundo o FMI. Atualmente na décima posição, o país deve ultrapassar Itália e Rússia, com PIB estimado em US$ 2,8 trilhões. (Clique aqui)


Clique aqui para conhecer os apoiadores do Congresso em Foco.

CFOAB FIN - Confederação Nacional das Instituições Financeiras
iFood SINDIGÁS


Salário na receita

Comissão de Finanças da Câmara aprovou piso salarial de R$ 6,5 mil para farmacêuticos das redes pública e privada. A proposta segue para a CCJ. (Clique aqui)

Sem sigilo

Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou projeto que permite à Justiça acessar dados bancários e fiscais de devedores de pensão alimentícia para verificar sua capacidade de pagamento. (Clique aqui)

Campanha sem pagar

Duda Salabert propõe propaganda eleitoral gratuita nas redes sociais. Plataformas que vendem impulsionamento teriam de reservar uma cota igual de exibições para cada partido ou federação. (Clique aqui)

Bandeiras fora das ruas

Weliton Prado quer proibir bandeiras, banners e mesas de propaganda eleitoral em vias públicas. O deputado cita custos de campanha, obstáculos à circulação e riscos de acidentes. (Clique aqui)

Creche garantida

José Medeiros propõe que o Poder Público custeie vagas em creches privadas para crianças de até 3 anos quando não houver disponibilidade na rede pública. (Clique aqui)

Médicos em dia

Marcos Tavares propõe medidas contra atrasos no pagamento de médicos, permitindo ao poder público reter valores de empresas inadimplentes ou pagar diretamente aos profissionais. (Clique aqui)

Escolha do parto

Caroline de Toni propõe garantir à gestante a escolha entre parto vaginal e cesariana, inclusive eletiva a partir de 39 semanas em gestações de risco habitual. (Clique aqui)

Acesso de pets

Projeto estabelece regras para a entrada e permanência de cães e gatos em hotéis, restaurantes, parques e outros estabelecimentos turísticos. (Clique aqui)

Rifas sem animais

Neto Carletto propõe proibir animais vivos como prêmios ou brindes em rifas, sorteios, concursos e promoções, inclusive pela internet. (Clique aqui)

  • Questão de Ordem

"Nikolas x Ana Elisa: quem pode influenciar mais na reta final da corrida presidencial?", por Alan Bueno. (Clique aqui)

"A força das mulheres que as urnas não conseguem medir", por Carlos Fidelis e Clara Fagundes. (Clique aqui)

"A democracia pode estar sendo manipulada antes mesmo de o eleitor votar", por Marcelo Senise. (Clique aqui)

"A economia por trás do fim da escala 6x1", por Luis Pedro Alcoforado. (Clique aqui)

"Campanha e dívida dos Estados: o caso de Minas (I)", por Marcus Pestana. (Clique aqui)

"O Redata e o sistema financeiro: Por que a Lei nº 15.504/2026 deve estar na pauta dos departamentos jurídicos de bancos e fintechs", por Lucas Rodrigues Lucas. (Clique aqui)

"Atrair, formar e reter professores para fortalecer a profissão docente", por Camila Naufel e Haroldo Rocha. (Clique aqui)

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