Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. SC cita "maioria branca" ao defender veto a cotas raciais no STF

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Cotas raciais

SC cita "maioria branca" ao defender veto a cotas raciais no STF

Gestão do governador Jorginho Mello disse que critério por renda é mais eficaz e menos restritivo que o recorte racial.

Congresso em Foco

30/1/2026 14:27

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O governo de Santa Catarina enviou ao STF uma manifestação defendendo que seja mantida a lei estadual que veta a adoção de cotas raciais nas universidades do estado. Entre os argumentos apresentados, a administração catarinense citou a composição demográfica local, destacando que a maior parte da população é branca.

Leia Mais

Santa Catarina sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades

A posição foi encaminhada após solicitação do ministro Gilmar Mendes, relator das ações que contestam a validade da norma no STF.

Leia Mais

Gilmar dá 48h para governo de SC explicar lei que veta cotas raciais

No documento, a gestão do governador Jorginho Mello (PL) afirmou que Santa Catarina tem a maior proporção de habitantes brancos no país e apontou que o estado registra a quinta menor diferença percentual de renda entre pessoas brancas e pretas ou pardas.

Governo de Jorginho Mello defendeu a lei estadual que veta cotas raciais nas universidades do estado.

Governo de Jorginho Mello defendeu a lei estadual que veta cotas raciais nas universidades do estado.FATIMA MEIRA/Agencia Enquadrar/Folhapress

Segundo o governo, a legislação não tem como objetivo encerrar políticas de ações afirmativas, mas alterar os parâmetros usados para a reserva de vagas. O texto mantém, por exemplo, cotas para pessoas com deficiência, alunos em situação de vulnerabilidade econômica e estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública estadual.

Ainda de acordo com o Executivo catarinense, a decisão de adotar critérios baseados em renda, em vez de raça, seria uma alternativa mais adequada e menos restritiva para lidar com desigualdades estruturais.

O Estado também argumentou que a Constituição não impõe às universidades a obrigatoriedade de implementar cotas raciais, apenas estabelece metas gerais, como reduzir desigualdades sociais e garantir o bem-estar de todos.

Na semana passada, ao menos cinco ações foram protocoladas no STF questionando a lei. Os autores alegam que a norma é inconstitucional, invade competência exclusiva da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação e desconsidera o dever do poder público de combater desigualdades históricas, como o racismo.

Leia Mais

OAB aciona STF contra veto a cotas raciais em universidades de SC

Com a manifestação do governo estadual, caberá ao ministro Gilmar Mendes decidir se concede pedidos de suspensão imediata da lei, antes mesmo de a questão ser analisada pelo plenário da Corte.

Em dezembro, o STF reconheceu, de forma unânime, a existência do racismo estrutural e apontou graves violações de direitos da população negra no Brasil. Na ocasião, determinou que o governo federal apresente, em até 12 meses, um plano nacional para enfrentar o problema, com medidas objetivas em áreas como saúde, segurança alimentar e segurança pública.

A decisão também incluiu a orientação para que o poder público reavalie critérios de acesso por cotas em setores como educação e mercado de trabalho, com o objetivo de evitar baixa efetividade causada por exigências inadequadas ou entraves desnecessários.

Leia Mais

OAB-SC questiona lei que veta cotas raciais em universidades estaduais

Justiça de SC suspende lei que proíbe cotas em universidades estaduais

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

jorginho mello cotas raciais Santa Catarina supremo tribunal federal Gilmar Mendes STF

Temas

Judiciário

LEIA MAIS

VÍDEO

Ex-presidente do BRB nega pressão política na compra do Master

VÍDEO

Não há "clareza" sobre fraude no Master, diz ex-presidente do BRB

Judiciário

Moraes rejeita habeas corpus de estoquista para soltar Bolsonaro

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES