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Código de Ética

OAB Nacional propõe diretrizes para Código de Ética do STF

Proposta enviada ao STF pede elaboração prudente do Código e preservação das garantias de defesa e atuação profissional.

Congresso em Foco

5/2/2026 13:51

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Em comunicado oficial dirigido ao STF nesta quarta-feira (4), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou à Corte um conjunto de parâmetros institucionais com o objetivo de orientar a elaboração de um Código de Ética destinado aos ministros do Supremo.

O documento, elaborado com a participação ativa dos 27 presidentes das seccionais da Ordem, busca assegurar que a futura norma fortaleça a integridade e a transparência do STF, sem gerar restrições indevidas às garantias constitucionais nem impactos negativos sobre o exercício da advocacia.

Proposta enviada ao Supremo sugere parâmetros institucionais para fortalecer governança e confiança pública.

Proposta enviada ao Supremo sugere parâmetros institucionais para fortalecer governança e confiança pública.Divulgação/OAB

A manifestação foi encaminhada ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, e à ministra Cármen Lúcia, relatora da proposta. Assinado pelo presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, e pela diretoria do Conselho Federal, o documento defende que a elaboração do Código de Ética ocorra com prudência, método e densidade normativa, afastando soluções apressadas ou meramente simbólicas.

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Para a advocacia, o debate deve resultar em parâmetros claros e estáveis, capazes de fortalecer a governança institucional do Supremo, sem comprometer garantias constitucionais nem a qualidade da prestação jurisdicional. Entre os eixos centrais apresentados está a necessidade de que o Código de Ética se oriente por objetivos substantivos, como a promoção da transparência, da responsabilidade institucional e da confiança pública, e não por restrições genéricas que possam, na prática, reduzir garantias constitucionais ou afetar a qualidade da prestação jurisdicional.

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O texto enfatizou, ainda, o papel constitucional da advocacia no sistema de justiça e a necessidade de sua participação efetiva no processo de construção normativa. Nesse ponto, a OAB registra de forma expressa.

"A Ordem dos Advogados do Brasil não se coloca como observadora externa, mas como instituição constitucionalmente essencial à administração da justiça. Por isso, entende que a advocacia deve ser ouvida de forma efetiva e qualificada, contribuindo com perspectivas técnicas e práticas sobre o funcionamento do sistema e, sobretudo, sobre a preservação das garantias que asseguram paridade de armas, acesso à justiça e efetividade do contraditório."

O ofício também destacou como baliza inegociável a preservação das prerrogativas profissionais e das garantias de defesa, enfatizando que mecanismos relacionados à transparência, à interlocução institucional ou às rotinas de trabalho não podem resultar em retrocessos no exercício da advocacia nem criar barreiras indevidas ao direito de audiência e à atuação técnica da defesa.

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Outro ponto sublinhado é a rejeição a soluções imediatistas. Para a Ordem, a integridade institucional deve ser construída com desenho normativo consistente, processos decisórios transparentes e mecanismos aptos ao escrutínio público equilibrado, de modo a qualificar a governança do Tribunal. O ofício ainda anunciou a criação de um fórum permanente, no âmbito do Sistema OAB, para promover reflexão continuada, reunir subsídios técnicos e assegurar unidade nacional na participação institucional da advocacia.

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