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Informativo nº 65 ano 23
7/4/2026 8:13
"A eleição é uma bela realidade política, e ela não passa de uma comédia ou fantasmagoria constitucional."
Outsiders
De olho no "efeito Tiririca" para puxar votos, partidos escalam famosos como Edmundo, Silvia Abravanel, Rico Melquiades e Gracyanne Barbosa para 2026. A lista inclui ainda nomes como Augusto Cury e Val Marchiori, que buscam converter a popularidade em mandatos. As pautas variam de maneira curiosa. (Clique aqui)
Não anda só
O uso de famosos nas chapas não é exatamente novidade, mas ganhou método ao longo dos anos. Desde que Tiririca saiu das urnas como o deputado mais votado do país, em 2010, partidos passaram a tratar celebridades como ativo eleitoral. Antes dele, Enéas já havia mostrado o caminho, ao puxar uma bancada inteira. De lá para cá, o roteiro se repetiu com apresentadores, ex-atletas e figuras da TV.
Exceção virou regra
Se antes casos como Enéas e Tiririca pareciam exceções, hoje fazem parte do cálculo das campanhas, especialmente em Estados grandes, onde a disputa por vagas é mais pulverizada. Na prática, esses nomes funcionam como vitrines eleitorais: concentram votos, ampliam a visibilidade do partido e ajudam a completar a conta eleitoral do partido. Nem sempre chegam com estrutura política, mas entram na equação como peça-chave de um sistema em que, muitas vezes, o desempenho individual redefine o resultado coletivo.
Quanta criatividade
Após anunciar pré-candidatura, Rico Melquiades passou a divulgar nas redes propostas em tom bem-humorado, como cirurgia plástica pelo SUS, mudanças na CLT para permitir um "tapão na cara do patrão" e até uma "bolsa maconha". (Clique aqui)
Apesar dos pesares
Mesmo quando flertam com o absurdo, as propostas do tal influenciador têm um mérito raro em campanhas legislativas: miram diretamente na mudança das leis. Ainda que em tom de humor, conversa com a essência do mandato parlamentar. Entre exageros e viralizações, ao menos o alvo está no lugar certo.
Descrédito na política
Em 1959, São Paulo protagonizou um dos episódios mais curiosos da história eleitoral brasileira. Em meio ao descrédito com os políticos, eleitores passaram a votar, de forma simbólica, na rinoceronte Cacareco, então atração do zoológico da cidade. O resultado foi surpreendente: cerca de 100 mil votos, mais do que qualquer candidato real na disputa. A "eleição" virou símbolo de protesto bem-humorado e entrou para o folclore político do país.
Revoada partidária
A Câmara ainda não fechou os números oficiais da janela partidária, mas levantamento atualizado pelo Congresso em Foco mostra a dimensão do troca-troca: um em cada quatro deputados mudou de legenda. (Clique aqui)
Perde e ganha
PL e Podemos estão saindo mais fortes com a dança das cadeiras na Câmara, enquanto o União Brasil liderou as perdas e o PT passou quase ileso pela janela. (Clique aqui)
Uns saem...
A disputa eleitoral já levou 11 governadores e 10 prefeitos de capitais a renunciar. Entenda como as saídas redesenham o comando político nos Estados e nas cidades. (Clique aqui)
...outros entram
As renúncias abriram espaço para novos governadores e prefeitos em postos estratégicos. Veja quem assumiu os comandos estaduais e das capitais após a desincompatibilização. (Clique aqui)
"JHC do povo"
No Nordeste, paira uma curiosidade política em Alagoas: ainda não se sabe em qual cédula figurará o ex-prefeito JHC. Seja qual for o destino, uma certeza já circula com ares de prognóstico cumprido: ali haverá um caminhão de votos. O cabra, como se diz sem cerimônia, é bom de voto.
Voto em jogo
Grupo de juristas defende que a sucessão no RJ deve ocorrer por eleições diretas. A controvérsia surge após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro na véspera de sua cassação pelo TSE. Segundo os autores, a renúncia não afasta a regra constitucional: com mais de seis meses de mandato restantes, a cassação exige novo pleito, conforme entendimento do STF na ADI 5.525. A tentativa de transferir a escolha do sucessor para a Assembleia Legislativa do RJ, dizem, violaria a soberania popular. O artigo pede que o STF reafirme esse entendimento, assegurando que a definição do próximo governador seja feita pelo voto direto. (Clique aqui)
Plano emergencial
Governo anunciou um pacote de ações legislativas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis. As iniciativas incluem um projeto de lei, um decreto e uma medida provisória. (Clique aqui)
Ressarcimento
BRB acionou o STF para tentar garantir que valores recuperados nas investigações sobre o Banco Master, inclusive em futuras delações premiadas, sejam reservados ao ressarcimento de prejuízos causados pelas fraudes. (Clique aqui)
Bens no exterior
Partido Novo acionou o TCU contra a AGU e o Ministério da Justiça por suposta omissão na recuperação de recursos ligados ao "Careca do INSS" no exterior. (Clique aqui)
Mais prazo
Alessandro Vieira pediu a prorrogação por 60 dias da CPI do Crime Organizado no Senado. (Clique aqui)
Prendam ele
Lindbergh Farias apresentou ao STF novo pedido de prisão preventiva contra Eduardo Bolsonaro após o anúncio de campanha nos Estados Unidos a favor de sanções contra autoridades judiciais brasileiras, com foco em ministros do TSE. (Clique aqui)
Sentiu
Defesa de Jair Bolsonaro apresentou ao STF queixa-crime contra o deputado André Janones por calúnia e difamação, após ofensas como "vagabundo" e "safado". (Clique aqui)
Experiência
Senado deve analisar hoje projeto que reconhece o estágio como experiência profissional para facilitar a entrada de jovens no mercado de trabalho. (Clique aqui)
Setor
Por solicitação do relator Paulo Azi, a CCJ da Câmara ouve hoje representantes das confederações de comércio, indústria, transporte e agricultura no debate sobre o fim da escala 6x1. (Clique aqui)
Clique aqui para conhecer os apoiadores do Congresso em Foco.
"O balanço que o governo apresentou e os temas que ainda precisa enfrentar", por Antônio Augusto de Queiroz, mestre em Políticas Públicas e Governo. (Clique aqui)
"Popularidade de Lula em queda: reflexo de uma gestão que não entrega mais e de ausência de projeto de nação", por Paulo Serra, presidente da Executiva Estadual do PSDB de São Paulo. (Clique aqui)
"A dança de Flávio revela a estratégia do bolsonarismo", por Vanessa Marques, jornalista, consultora e pesquisadora em comunicação política. (Clique aqui)
"Ao PSDB, o meu muito obrigado", por Marco Vinholi, ex-presidente do PSDB de São Paulo e diretor-técnico do Sebrae SP. (Clique aqui)
"Nossa mais recente conquista: a primeira mulher general do Brasil", por Adriana Vasconcelos, jornalista. (Clique aqui)
"Filhos como arma: o país que reconhece o vicaricídio também precisa revogar a Lei de Alienação Parental", por Celeste Leite, promotora de Justiça. (Clique aqui)
"ECA Digital e LGPD: impactos nas empresas diante de um novo paradigma regulatório", por Izabela Lehn, advogada e diretora jurídica do Instituto Nacional de Proteção de Dados. (Clique aqui)
"A decadência do chocolate brasileiro tem origem conhecida", por Davi de Souza, pesquisador em Ciência Política e Políticas Públicas. (Clique aqui)
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