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Informativo nº 3 ano 23
6/1/2026 8:38
"As nossas eleições e lutas políticas são verdadeiros combates."
Eleições 2026
Brasília entra oficialmente em modo eleitoral. O ano será de escolhas completas nas urnas: presidente da República, governadores, senadores e deputados. Mesmo antes do início formal das campanhas, o clima já se impõe sobre o Congresso, os governos e os partidos, influenciando discursos, alianças e votações. Tudo é cálculo eleitoral.
Nos governos
Com apenas nove governadores aptos à reeleição, a disputa de 2026 tende a empurrar a maioria dos chefes de Executivo estadual para o Senado. Com dois terços das cadeiras em jogo, a Casa Alta surge como o principal destino político para governadores em fim de mandato. Poucos falam em arriscar a corrida presidencial, o que parece mais jogo de cena. (Clique aqui)
Disputa ao Senado
Com duas vagas por Estado em disputa, o Senado ganhou estatura de eixo central do jogo político. Mais do que uma corrida individual por mandatos, a disputa é tratada como batalha estrutural: quem controlar a Casa terá poder sobre PECs, indicações ao STF e a própria estabilidade do próximo governo. Veja quem deve estar nessa disputa. (Clique aqui)
Troca nos ministérios
Avizinha-se uma das maiores trocas de cadeiras do atual governo Lula. Com a exigência de desincompatibilização até abril, ao menos 20 ministros devem deixar o primeiro escalão para disputar eleições. (Clique aqui)
Futuro
Diferentemente das costumeiras trocas ministeriais, a substituição no apagar deste mandato é, digamos, sui generis. Explicamos. É que, com o governo relativamente sereno e a reeleição cada vez mais nítida no horizonte, quem assumir agora carrega um ativo raro: se, neste curto intervalo, fizer uma gestão excepcional, pode carimbar a permanência para um novo quadriênio. Claro, ministério não é botequim. Não basta chegar, pendurar o casaco e pedir a saideira. A chance vem acompanhada de desafios, pressão, holofotes e a tradicional "pilha de pepinos" que a Esplanada produz com a generosidade de uma feira livre. Ainda assim, é oportunidade que só deu as caras duas vezes em 30 anos: no fim do primeiro mandato de FHC e no de Lula. De modo que, boa sorte a quem entrar.
Durante reunião de emergência na ONU, a subsecretária-geral Rosemery DiCarlo criticou a operação militar dos EUA na Venezuela, que resultou no sequestro de Nicolás Maduro. (Clique aqui)
As veias abertas
A reunião extraordinária da Celac terminou sem consenso sobre a crise venezuelana, impedindo a divulgação de uma nota conjunta. O Brasil, no entanto, reforçou a condenação à ofensiva. (Clique aqui)
Guerra e paz
Sem esconder o temor, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, defendeu a reconstrução das relações com os Estados Unidos em bases "equilibradas e respeitosas". É o famoso manda quem pode, obedece quem tem juízo. (Clique aqui)
Críticas
Brasil e mais cinco países condenaram a ação militar dos EUA na Venezuela. Em nota conjunta, alertaram para riscos à paz regional e defenderam solução política liderada pelos venezuelanos. (Clique aqui)
Violação da soberania
Presidente da CRE do Senado, Nelsinho Trad criticou o uso da força dos EUA na Venezuela por não justificar a violação à soberania. O senador ainda defendeu reuniões extraordinárias do Congresso. (Clique aqui)
Apologia ao crime
A deputada Erika Hilton acionou a PGR contra Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro por, segundo ela, incentivarem ingerência de Donald Trump no Brasil. (Clique aqui)
Trump diz sim…
Após a captura de Nicolás Maduro, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que uma ação militar contra a Colômbia "soa bem". (Clique aqui)
Aqui, não
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reagiu às declarações de Trump e classificou a fala como "ameaça ilegítima". (Clique aqui)
Licenciamento ambiental
Partidos e entidades ambientais acionaram o STF contra a Lei Geral de Licenciamento Ambiental. (Clique aqui)
Caso Banco Master
O ministro Jhonatan de Jesus, do TCU, sinalizou que pode impedir o Banco Central de vender bens do Banco Master no processo de liquidação da instituição. (Clique aqui)
Erika Hilton acionou o Ministério Público e a Agência Nacional de Proteção de Dados contra a rede X e sua IA Grok, por permitir a criação de deepfakes sexualizadas sem consentimento. A denúncia inclui casos envolvendo pornografia infantil. (Clique aqui)
Reserva na ativa
Projeto em tramitação na Câmara autoriza o retorno voluntário de policiais e bombeiros militares da reserva ao serviço ativo. (Clique aqui)
Registro de CACs
Polícia Federal revogou a norma que reduzia para três anos a validade do registro de armas de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, os CACs. Com isso, foi restabelecido o prazo de 10 anos. (Clique aqui)
Dois Lulas em 2026
Em coluna, Antônio Augusto de Queiroz analisa como a estratégia eleitoral de Lula em 2026 dependerá diretamente do adversário, variando entre uma frente ampla contra o bolsonarismo e um discurso mais à esquerda diante de uma direita moderada. (Clique aqui)
O ano do não
Para a jornalista Adriana Vasconcelos, dizer "não" em um ano eleitoral exige ainda mais coragem das mulheres para ocupar espaços de poder, cobrar cotas de gênero e romper com práticas abusivas. (Clique aqui)
Quem controla o controlador?
Fernando Capano defende a necessidade de discutir limites, colegialidade e mecanismos de controle no STF diante da concentração excessiva de poder decisório. (Clique aqui)
Tarifa fora de foco
Para o presidente do INEL, Heber Galarce, atacar a energia solar é um erro técnico que desconsidera seus benefícios ao sistema elétrico e desvia o debate das reformas estruturais necessárias. (Clique aqui)
Precarização contestada
Aristeu Souza afirma que ao cobrar a CLT no vestibular, a Unicamp provoca uma reflexão crítica sobre informalidade, reformas trabalhistas e perda de direitos. (Clique aqui)
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Informativo nº 219
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